Todo ecossistema que escala precisa de padrão. HTTP, REST, OAuth. Em 2026, MCP e A2A estão fazendo isso por agentes de IA.
O problema sem padrão
Até pouco tempo, cada ferramenta e cada agente exigia integração custom. Trocar fornecedor = reescrever tudo. Agentes de vendors diferentes não colaboravam. CIO travava no risco de lock-in — não na capacidade do modelo.
MCP: agente ↔ ferramentas
Model Context Protocol (Anthropic): interface comum para tools, resources e prompts.
Analogia útil: USB-C. O agente fala MCP; o servidor traduz para a API da ferramenta. Trocar o backend não obriga a reescrever o agente.
Padroniza, entre outros:
- Tools (ações)
- Resources (dados legíveis)
- Prompts reutilizáveis
Adoção acelerou com suporte amplo de nuvem e software enterprise.
A2A: agente ↔ agente
Agent-to-Agent (Google): como agentes delegam e compartilham contexto entre si.
- MCP = capacidade de agir no mundo
- A2A = capacidade de colaborar com outros agentes
São complementares.
Por que enterprise se importa
Sem padrão, N agentes × M ferramentas = explosão de integrações. Com padrão, implementa uma vez e conecta o ecossistema. Menos lock-in, mais orquestração multi-agente viável.
Na Witek, isso aparece na forma de pipelines com handoffs claros — ver orquestração multi-agentes e pipeline de orquestração.
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