Buscas por sistemas multi-agentes explodiram. Não é só hype: agentes isolados batem num teto rápido.

O teto do agente único

Funciona bem em tarefa atômica. Quebra quando o fluxo exige várias fases (requisito → arquitetura → código → teste → deploy):

  • Janela de contexto estoura
  • O mesmo agente alterna papéis e fica inconsistente
  • Decisões da fase A não chegam estruturadas na fase B
  • Scope creep silencioso

O problema não é “modelo fraco”. É falta de coordenação.

O que muda com orquestração

Dividir papéis com handoffs explícitos — como um time bom:

AgenteFazNão faz
RequisitosFecha o objetivoArquitetura
ArquitetoPlanoCódigo de feature
ImplementadorCódigo conforme planoMudar o plano
RevisorQualidade/segurançaImplementar fix
DeployPromover/monitorarReescrever código

A força está nos contratos: o que entrega, o que espera, o que acontece se falhar.

Protocolos que ajudam

  • MCP — agente ↔ ferramentas/contexto
  • A2A — agente ↔ agente

Padrões reduzem integração custom e lock-in. Detalhes em MCP e A2A.

Como a Witek faz

Pipeline em fases com escopo fechado e artefato verificável por etapa (ver pipeline de orquestração). Cada agente sabe quando parar, delegar e esperar.

Quer ver se o seu gargalo é “mais modelo” ou “mais orquestração”? Assessment.