Engenharia de software com agentes não é “mais um copiloto”. É operar o ciclo de desenvolvimento com agentes como força de trabalho principal — supervisionados por humanos no que é crítico.

O que é

Construir e evoluir software com agentes que executam o fluxo: entender requisito → implementar → testar → abrir PR. Diferente de assistente no IDE, o agente não espera o próximo clique a cada passo.

Veja também: engenharia com agentes.

Agência tradicional vs agência com agentes

TradicionalCom agentes
VendeHoras / alocaçãoResultados (PR, bug, módulo)
EscalaContratarMais agentes + governança
Ramp-upSemanasHoras/dias no piloto
IncentivoEsticar esforçoEntregar outcome

Papel do humano

Continua essencial — em outro lugar:

  • Arquitetura e contexto de negócio
  • Aprovação de risco (merge, prod, dados)
  • Evolução do próprio sistema de agentes

O sênior passa a ser responsável pela qualidade do sistema que produz código, não só pelas linhas que digita.

O que roda na prática

  • Review contínuo
  • Debugging e causa raiz
  • Migração de legado
  • Testes e manutenção de suíte
  • CI/CD e deploy

Tudo auditável, em paralelo, sem depender da disponibilidade de um humano a cada etapa.

Já está em produção

Não é experimento de 2030. E-commerce, fintech e banking já operam agentes no fluxo principal — veja cases.

O que ainda falta no mercado é clareza de como contratar: cases com métrica, preço por resultado, agentes de verdade (não só chat).

Critérios para avaliar um fornecedor:

  1. Métricas publicadas
  2. Cobrança por entrega
  3. Evidência de agentes em produção

A Witek opera nesse modelo. Se quiser ver fit no seu time: assessment.


Fontes

[1] Gartner, “Predicts 2024: AI Agents Will Become Part of the Workforce,” 2023.