Migrar legado é uma das decisões mais caras que um time de tecnologia toma. Errar a parceira custa duas vezes: a migração que falhou e a que você refaz.
O que está em jogo
Legado não explode de uma vez — encarece cada feature, cada integração e cada onboarding. A McKinsey estima que dívida técnica consome uma fatia enorme do patrimônio tecnológico [1].
A escolha não é “ferramenta X vs Y”. É quem carrega o risco de execução.
Critérios que importam
- Cases com número — não só logo de cliente
- Preço por resultado — não hora aberta
- Experiência em legado real (brownfield), não só greenfield
- Operação sem freeze — strangler / migração incremental
- Aceleração com agentes nas etapas de volume (mapa, testes, boilerplate)
Consultoria genérica aprende no seu sistema. Especialista já errou em outro lugar — e documentou o caminho.
In-house vs agência
| In-house | Agência especializada | |
|---|---|---|
| Custo aparente | “Já temos o time” | Fee de projeto |
| Custo real | Sêniors presos 12–18 meses | Time interno liberado |
| Prazo | Imprevisível | Mais previsível |
| Risco | Aprendizado em produção | Processo repetido |
Exemplo
No case Fintech Series B, a estimativa manual era 12 meses e budget alto. Com agentes + processo: 12 microsserviços em 6 semanas, com testes e taxa de falha baixa.
Como decidir em 30 minutos
Leve para a conversa: tamanho da base, acoplamento, janela de risco e o que o time interno não pode parar de entregar.
A Witek faz assessment gratuito — diagnóstico, não pitch.
Fontes
[1] McKinsey & Company, “Tech Debt: Reclaiming Tech Equity,” McKinsey Digital, 2020.