Migrar legado é uma das decisões mais caras que um time de tecnologia toma. Errar a parceira custa duas vezes: a migração que falhou e a que você refaz.

O que está em jogo

Legado não explode de uma vez — encarece cada feature, cada integração e cada onboarding. A McKinsey estima que dívida técnica consome uma fatia enorme do patrimônio tecnológico [1].

A escolha não é “ferramenta X vs Y”. É quem carrega o risco de execução.

Critérios que importam

  1. Cases com número — não só logo de cliente
  2. Preço por resultado — não hora aberta
  3. Experiência em legado real (brownfield), não só greenfield
  4. Operação sem freeze — strangler / migração incremental
  5. Aceleração com agentes nas etapas de volume (mapa, testes, boilerplate)

Consultoria genérica aprende no seu sistema. Especialista já errou em outro lugar — e documentou o caminho.

In-house vs agência

In-houseAgência especializada
Custo aparente“Já temos o time”Fee de projeto
Custo realSêniors presos 12–18 mesesTime interno liberado
PrazoImprevisívelMais previsível
RiscoAprendizado em produçãoProcesso repetido

Exemplo

No case Fintech Series B, a estimativa manual era 12 meses e budget alto. Com agentes + processo: 12 microsserviços em 6 semanas, com testes e taxa de falha baixa.

Como decidir em 30 minutos

Leve para a conversa: tamanho da base, acoplamento, janela de risco e o que o time interno não pode parar de entregar.

A Witek faz assessment gratuito — diagnóstico, não pitch.


Fontes

[1] McKinsey & Company, “Tech Debt: Reclaiming Tech Equity,” McKinsey Digital, 2020.